terça-feira, 6 de julho de 2010
Uma perda para o jornalismo, para seus amigos e seus familiares. Morreu ontem o querido jornalista David Garcia. Quando eu digo querido, é querido mesmo, no sentido mais amplo desta palavra. Mais que um jornalista competente - com 26 anos já era diretor de Comunicação da Prefeitura de Americana - David era um doce, meigo, simpático, humilde e muito carismático. O menino, que começou na profissão como rádio escuta do jornal TodoDia, cresceu, mostrou a todos seu talento nato de jornalista, tinha um dos melhores cargos na área e era respeitado pelas suas conquistas. Lamentamos e choramos sua partida, mas aplaudimos sua vida, rica, meteórica e memorável!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O diploma pode ter caído, mas a ética jamais!
Não bastasse a Justiça ter dado uma rasteira nos jornalistas, assistimos agora os próprios profissionais de imprensa contribuindo para a banalização do Jornalismo. Um princípio básico de quem trabalha com informação vem sendo desconsiderado, desrespeitado e ignorado diariamente por alguns jornalistas da Região. Me refiro aos dois lados da notícia, conceito indispensável quando se trata de noticiar um fato. Já estive nas redações e entendo perfeitamente a pressão do fechamento, o martírio do dead line e a cara feia do editor. Hoje estou do outro lado do balcão e venho assistindo, boquiaberto, a atitudes de colegas que, na ânsia de dar a notícia, seja ela um buraco de rua ou a denúncia de um vereador na tribuna, passam por cima de uma regra imprescindível. “Tenho o fato e uma fonte, basta”. Grosseiramente é assim que, infelizmente, jornalistas têm tratado a matéria-prima do seu ofício. Dar a notícia hoje e tentar a resposta dois ou três dias depois fere não apenas a ética jornalística, mas a própria Constituição Federal que, em seu artigo 5º assegura o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem. Nem questiono aqui o papel dos empresários de comunicação, a visão deles, obviamente é o lucro e isso foge da proposta deste artigo. O que questiono é o jornalista que se deixa levar pela orientação míope e ignora os princípios básicos do Jornalismo. Qual desculpa convence a falta de ética, seja qual for a profissão? Seria a imprudência, a falta de conhecimento ou simplesmente a má fé? Eugênio Bucci, em seu livro “Sobre Ética e Imprensa” (Cia das Letras/2000) afirma que a ética não se resume a uma normatização do comportamento de repórteres e editores; encarna valores que só fazem sentido se forem seguidos tanto por empregados da mídia como empregadores – e se tiverem como seus vigilantes, os cidadãos públicos. Concordo com Bucci e divido com os colegas das redações, das assessorias, com os futuros jornalistas e com a sociedade, esta preocupação em defesa da liberdade de expressão e do acesso à informação. Por José Roberto Silva (jornalista)
quarta-feira, 31 de março de 2010
A Irresponsabilidade da imprensa
Ontem levei minha filha de 9 meses para vacinar contra a gripe H1N1. Estava preocupada, achei que o posto de saúde estaria lotado, e que acabaria me atrasando para o trabalho. Mas para minha surpresa, havia apenas uma pessoa para ser vacinada antes dela. Mais tarde, li no jornal que a procura pela vacina está 70% abaixo das expectativas do Ministério da Saúde. Não acreditei! Milhões foram investidos no desenvolvimento de tal vacina e as pessoas ainda estão receosas. Tenho amigos, com segundo grau completo, colegas de profissão até, que ainda não sabem se vão tomar a vacina porque leram nos jornais ou assistiram nos telejornais que esta teria efeitos colaterais terríveis. Realmente, acho que a imprensa está se perdendo em seu papel social. Sim, é preciso informar os dois lados de cada situação, todo estudante de jornalismo sabe disso. Mas, daí a transformar uma pequena indisposição - efeito colateral comum de qualquer vacina - em um alerta de saúde geral, é um pouco de exagero. Eu sei que tudo o que é novo assusta, mas é preciso lembrar que a gripe H1N1 pode causar complicações gravíssimas, principalmente em crianças menores de 2 anos, grávidas e portadores de doenças crônicas. Não tomar a vacina e, principalmente, influenciar as pessoas a não tomá-la é um ato irresponsável, que deveria ser punido.
Não preciso nem dizer que minha filha está ótima. Não sentiu nada, brincou a tarde toda e não deu, sequer, um espirro.
Não preciso nem dizer que minha filha está ótima. Não sentiu nada, brincou a tarde toda e não deu, sequer, um espirro.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
2010! Mercado editorial em alta!
É! Parece mesmo que a crise foi embora. 2010 promete! O mercado editorial está em alta. Com o fim do carnaval, finalmente o ano começou e os pedidos de orçamento para revistas e jornais já começam a aparecer. Isso porque, o mercado está cada vez mais valorizando o material editorial, que fala de seus produtos e serviços diretamente com seu público alvo e com muito mais credibilidade.
Não é a toa que todas as grandes redes varejistas têm revista própria e as empresas investem em jornais internos e externos.
E os valores são atraentes. Os materiais assinados por jornalistas responsáveis têm isenção de impostos na gráfica, ou seja, são mais baratos.
Não é a toa que todas as grandes redes varejistas têm revista própria e as empresas investem em jornais internos e externos.
Agências especializadas em jornalismo empresarial, como a Tantas, oferecem um trabalho profissional, com qualidade editorial e e de design, o que faz a diferença na hora de apresentar seu produtos ao mercado.
E os valores são atraentes. Os materiais assinados por jornalistas responsáveis têm isenção de impostos na gráfica, ou seja, são mais baratos.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
É bico!
Infelizmente, no interior de São Paulo, o próprio jornalista se coloca em uma situação inferior a de profissionais de outras áreas. Digo interior de São Paulo porque é onde trabalho, o que não quer dizer que em outras localidades seja diferente. Não sei se é por falta de grana ou por falta de conhecimento, mas ao contrário de valorizar umas das áreas mais bem pagas do jornalismo - a assessoria de imprensa, é claro - uma maioria de repórteres acha que prestar um serviço de comunicação empresarial é bico!!!! Em dois de seus sentidos: bico "de moleza, fácil" e bico " de free-lancer, frila". O resultado deste pensamento é uma desvalorização geral deste trabalho por parte do empresariado, que, além de não conhecer a importância e os resultados reais de um trabalho bem feito, não investe em uma empresa séria e prefere receber um serviço "meia boca" e pagar uma mixaria. Assim, a minha profissão, muito mais séria do que muita gente acredita ser, perde valor e ganha uma concorrência cada vez mais desleal, feita por pessoas sem ambição e respeito pelo jornalismo. Sem falar na tal ética, que me parece, ser assunto esquecido entre alguns repórteres que querem ser levados a sério, mas trabalham em veículos de comunicação e dizem que prestam algum “tipo” de assessoria a empresas. Queridos "bicos", qual a credibilidade que vocês têm perante a sociedade ao publicarem uma matéria de economia sobre seus clientes? O leitor pode confiar? E quando houver uma crise? Será que mesmo sendo seu cliente vocês irão fazer a matéria e cumprir com seu papel de informantes da comunidade? Difícil, não é? Nossa categoria deveria se unir, trabalhar para fortalecer nossas ações, ganhar dinheiro e não se vender por alguns trocados. Assim, só assim, deixaríamos de perder espaço para outros profissionais, como os publicitários, por exemplo. Ah, os publicitários...isso já é assunto para outro post.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Cores e seus significados psicológicos
Olá amigos! Esta semana, separei um artigo do Fabrício Alves (Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembí Morumbi, atualmente trabalhando como Coordenador de Criação pela empresa de design IDmídia e com um projeto paralelo, o site de design e publicidade Fcraft) que traz conceitos sobre o emprego das cores. A correta aplicação da cor é "meio caminho andado" para o sucesso do seu projeto. Confira!
As cores influenciam psicológicamente os seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção do que propriamente à forma. Se várias figuras coloridas forem mostradas a um grupo de pessoas, essas pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que das formas dessas figuras.Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização. Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as teorias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras. É realmente muito interessante, verificar como a psicologia das cores são utilizadas atualmente, principalmente pelas grandes empresas. Marcas conhecidas mundialmente, fazem uso constante deste conhecimento para chamar a atenção, ou simplesmente, vender mais seus produtos. Empresas como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo "quebrado" pelo frescor que representam as bolhas d'àgua desenhadas nas latas. Também o caso do Mc'Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presente em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo. Abaixo, um resumo com o significado de algumas cores:
- Branco: Sugere pureza. Cria uma impressão de vazio e de infinito. Evoca frescor e limpeza, principalmente quando combinado com o azul. Ex: Ordem, simplicidade, luz, paz, higiene, casamento, hospital, neve, harmonia.
- Preto: Silêncio. Morte. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina. Ex: Noite, nobreza, pessimismo, tristeza, dor.
- Cinza: É a expressão de um estado de alma duvidosa e neutra. Símbolo da indecisão e da ausência de energia. Quanto mais sombrio, mais conota desânimo, monotonia. Ex: Chuva, máquinas, seriedade, velhice, desânimo, sabedoria.
- Vermelho: Significa força, virilidade, masculinidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação. Ex: Cereja, morango, sangue, desejo, sexo, agressividade, fogo, fome, perigo, guerra, força, energia, fúria, dinamismo, paixão.
- Laranja: Transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo. Ex: Outono, pôr-do-sol, festa, comida, movimento.
- Amarelo: É uma cor luminosa e muito forte para atrair a atenção, seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.Ex: Luz, angústia, esperança, atenção.
- Verde: Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado. O verde, seja em tons mais claros ou escuros, é sempre indiferente e calmo. Ex:Floresta, natureza, bem estar, tranqüilidade, juventude, umidade, saúde, tapete de jogos.
- Azul: Cor profunda, calma. Preferida por adultos, marca uma certa maturidade. Quando sombrio, o azul chama ao infinito. Mais claro, provoca uma sensação de frescura e higiene, principalmente quando na presença de branco. Ex: Frio, céu, mar, tranqüilidade, paz, infinito, meditação, credibilidade.
- Roxo: Equivale a um pensamento meditativo e místico, mistério. Assim como o preto, remete a nobreza e poder. Ex: Sonho, mistério, egoísmo, nobreza, fantasia, profundidade, doença.
- Marrom: Emana a impressão de algo maciço, denso, compacto. Sugere segurança e solidez. Ex: Terra, outono, chocolate.
- Rosa: É de pouca vitalidade e sugere feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica. Ex: Feminilidade, delicadeza.
As cores influenciam psicológicamente os seres humanos de várias maneiras, e são mais ligadas à emoção do que propriamente à forma. Se várias figuras coloridas forem mostradas a um grupo de pessoas, essas pessoas se lembrarão mais facilmente das cores do que das formas dessas figuras.Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização. Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as teorias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras. É realmente muito interessante, verificar como a psicologia das cores são utilizadas atualmente, principalmente pelas grandes empresas. Marcas conhecidas mundialmente, fazem uso constante deste conhecimento para chamar a atenção, ou simplesmente, vender mais seus produtos. Empresas como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo "quebrado" pelo frescor que representam as bolhas d'àgua desenhadas nas latas. Também o caso do Mc'Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presente em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo. Abaixo, um resumo com o significado de algumas cores:
- Branco: Sugere pureza. Cria uma impressão de vazio e de infinito. Evoca frescor e limpeza, principalmente quando combinado com o azul. Ex: Ordem, simplicidade, luz, paz, higiene, casamento, hospital, neve, harmonia.
- Preto: Silêncio. Morte. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina. Ex: Noite, nobreza, pessimismo, tristeza, dor.
- Cinza: É a expressão de um estado de alma duvidosa e neutra. Símbolo da indecisão e da ausência de energia. Quanto mais sombrio, mais conota desânimo, monotonia. Ex: Chuva, máquinas, seriedade, velhice, desânimo, sabedoria.
- Vermelho: Significa força, virilidade, masculinidade, dinamismo. É uma cor exaltante e até enervante. Impõe-se sem discrição. É uma cor essencialmente quente, transbordante de vida e de agitação. Ex: Cereja, morango, sangue, desejo, sexo, agressividade, fogo, fome, perigo, guerra, força, energia, fúria, dinamismo, paixão.
- Laranja: Transborda irradiação e expansão. É acolhedor, quente, íntimo. Ex: Outono, pôr-do-sol, festa, comida, movimento.
- Amarelo: É uma cor luminosa e muito forte para atrair a atenção, seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.Ex: Luz, angústia, esperança, atenção.
- Verde: Cor universal da natureza. Tem frescor, harmonia e equilíbrio. Cor calma, que não se dirige para nenhuma direção nem encerra algum elemento de alegria, tristeza ou paixão. O verde mais amarelado sugere uma força ativa, um aspecto ensolarado. O verde, seja em tons mais claros ou escuros, é sempre indiferente e calmo. Ex:Floresta, natureza, bem estar, tranqüilidade, juventude, umidade, saúde, tapete de jogos.
- Azul: Cor profunda, calma. Preferida por adultos, marca uma certa maturidade. Quando sombrio, o azul chama ao infinito. Mais claro, provoca uma sensação de frescura e higiene, principalmente quando na presença de branco. Ex: Frio, céu, mar, tranqüilidade, paz, infinito, meditação, credibilidade.
- Roxo: Equivale a um pensamento meditativo e místico, mistério. Assim como o preto, remete a nobreza e poder. Ex: Sonho, mistério, egoísmo, nobreza, fantasia, profundidade, doença.
- Marrom: Emana a impressão de algo maciço, denso, compacto. Sugere segurança e solidez. Ex: Terra, outono, chocolate.
- Rosa: É de pouca vitalidade e sugere feminilidade e afeição. É uma cor íntima, de doçura melosa e romântica. Ex: Feminilidade, delicadeza.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Assessoria de imprensa não depto de vendas..
Assessoria de Imprensa não é departamento de vendas
Nossa função não é vender produtos. Trabalhamos com a reputação, imagem e identidade de nossos assessorados, a melhora nas vendas e nos lucros é uma conseqüência. É impressionante como ainda encontramos muita gente da área de comunicaçao e marketing das empresas que não sabe ou até, nunca ouviu falar do trabalho de Assessoria de Imprensa. O problema é que as empresas, em muitos casos, direcionam o trabalho de MKT para o depto de vendas. Um erro, na minha modesta opinião, pois acaba não planejando nem um e nem o outro.. Que confusão!!! Como dizia aquele funk, rap ou sei lá o que....'ado ado ado cada um no seu quadrado..euhein!!!
Nossa função não é vender produtos. Trabalhamos com a reputação, imagem e identidade de nossos assessorados, a melhora nas vendas e nos lucros é uma conseqüência. É impressionante como ainda encontramos muita gente da área de comunicaçao e marketing das empresas que não sabe ou até, nunca ouviu falar do trabalho de Assessoria de Imprensa. O problema é que as empresas, em muitos casos, direcionam o trabalho de MKT para o depto de vendas. Um erro, na minha modesta opinião, pois acaba não planejando nem um e nem o outro.. Que confusão!!! Como dizia aquele funk, rap ou sei lá o que....'ado ado ado cada um no seu quadrado..euhein!!!